A intimidade passou a gerar ansiedade
O que era espontâneo agora traz preocupação, cobrança e medo de que algo não saia como esperado.
Terapia Cognitiva Sexual para adultos
Dificuldades com desejo, excitação, orgasmo, dor ou desempenho não precisam ser enfrentadas em silêncio. A Terapia Cognitiva Sexual é um espaço profissional, confidencial e sem julgamentos para compreender o que acontece e construir novos caminhos.
Sou Mariana Favoreto, psicóloga CRP 16/1855. Atendimento online e particular, com formação em Terapia Cognitiva Sexual e experiência em abordagens cognitivo-comportamentais.
Você será direcionado ao WhatsApp para verificar horários, investimento e próximos passos.
Entender como funciona
Questões de sexualidade raramente vêm sozinhas: podem envolver ansiedade, vergonha, culpa, experiências anteriores ou dificuldade para comunicar desejos e limites.
O que era espontâneo agora traz preocupação, cobrança e medo de que algo não saia como esperado.
Você percebe redução ou ausência de desejo e não sabe como compreender ou lidar com isso.
Pensamentos sobre corresponder e manter a excitação dificultam a presença e aumentam a pressão.
Há obstáculos para se envolver, manter a excitação ou chegar ao orgasmo, mesmo desejando a experiência.
Dor, tensão ou medo da dor levam à apreensão, à evitação e a um impacto emocional real.
Vergonha e receio de julgamento tornam difícil expressar desejos, limites e dúvidas.
Você não precisa chegar sabendo explicar tudo. O acompanhamento pode começar pela possibilidade de falar com segurança.
Quero conversar com MarianaDificuldades sexuais acontecem em diferentes momentos da vida e não definem seu valor. Buscar acompanhamento não significa que exista algo “errado” com você: significa dar atenção profissional a algo que está causando sofrimento.
O processo é confidencial, sem julgamentos e respeita seus limites, valores e ritmo.
A Terapia Cognitiva Sexual parte de um princípio: a experiência sexual não depende só de respostas físicas. Ela também é influenciada por pensamentos, emoções, crenças, contexto e relacionamentos.
O acompanhamento investiga o que sustenta o sofrimento e os padrões que se repetem, inclusive comportamentos que a pessoa sente dificuldade para controlar.
Reconhecer pensamentos, emoções, crenças e experiências ligados à dificuldade apresentada.
Trabalhar expectativas rígidas, medo de falhar, autocobrança e a ideia de roteiro obrigatório.
Comunicar necessidades, reconhecer limites e se relacionar melhor com o próprio corpo.
Explorar mudanças coerentes com a sua história, seus valores e seus objetivos.
Compreender ciclos automáticos e responder de forma mais consciente a impulsos e gatilhos.
O processo é individualizado. Nenhuma técnica, exercício ou intervenção é aplicada de maneira automática ou sem que sua finalidade seja explicada e acordada.
O atendimento pode abranger diferentes dificuldades e sofrimentos relacionados à sexualidade adulta.
Redução ou ausência de desejo, mudanças no interesse sexual e o sofrimento ligado a essas experiências.
Dificuldade para alcançar ou manter a excitação, e ansiedade durante a intimidade.
Dificuldade, demora, ausência ou preocupação excessiva relacionada ao orgasmo.
Dificuldades de ereção, ejaculação rápida, retardada ou ausente, e a ansiedade associada.
Dor, tensão, medo ou evitação relacionados à atividade sexual.
Pensamentos e emoções sobre o corpo, a autoestima, o prazer e as próprias experiências.
Dificuldade para expressar preferências, desconfortos, desejos e limites.
Impactos de mensagens familiares, sociais ou religiosas, sem exigir que seus valores sejam abandonados.
Dificuldade para controlar o comportamento, com tentativas frustradas de reduzir e impacto na rotina, nas relações ou no bem-estar.
Uma frequência elevada, por si só, não determina a existência de um transtorno. Cada situação precisa ser compreendida individualmente, considerando controle, contexto, sofrimento e prejuízos concretos.
As questões relacionadas à sexualidade podem envolver fatores psicológicos, relacionais, contextuais, biológicos ou medicamentosos. Quando necessário, pode ser recomendada avaliação ou acompanhamento de outros profissionais de saúde.
Quando o comportamento parece ter saído do controle
Pornografia e masturbação podem virar fonte de sofrimento quando deixam de ser uma escolha e passam a ocupar um espaço difícil de controlar.
O problema não é a frequência em si, e sim a perda de controle, a repetição apesar dos prejuízos e o impacto na vida. Algumas pessoas descrevem a experiência como um “vício em pornografia” ou “vício em masturbação”; a avaliação psicológica compreende, sem julgamentos, o que está de fato acontecendo.
As tentativas de controlar ou interromper terminam com a sensação de voltar ao mesmo ciclo.
Pensamentos, buscas e episódios consomem tempo e energia que você queria direcionar para outras áreas.
Ele aparece diante de ansiedade, tédio, solidão ou estresse: alívio imediato, sofrimento depois.
O padrão permanece mesmo com impactos no sono, no trabalho, nas relações ou na autoestima.
Culpa, promessas rígidas e o esforço para esconder tornam ainda mais difícil pedir ajuda.
Mudanças no desejo, na excitação, na presença ou na relação com o próprio corpo e com outras pessoas.
O acompanhamento pode considerar conflitos entre comportamento, consciência e valores pessoais ou religiosos, sem impor uma visão moral. Ao mesmo tempo, avalia com responsabilidade se existe perda de controle e prejuízo significativo.
O acompanhamento não começa com julgamentos. Começa por compreender como o padrão se formou e o que pode devolver a você a liberdade de escolha.
Quero iniciar meu acompanhamentoA mensagem enviada pelo WhatsApp é genérica e não informa qual é a sua demanda.
Falar sobre sexualidade exige confiança. Por isso, a escuta cuidadosa vem acompanhada de um trabalho estruturado, no seu ritmo.
O assunto é acolhido com naturalidade e responsabilidade profissional, sem moralização.
Não há explicação única: o processo considera sua história, contexto, valores e objetivos.
Compreende as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos para construir intervenções coerentes.
Se algo indicar necessidade de avaliação médica, o encaminhamento é conversado com responsabilidade.
Seriedade sem humilhação: acolher não é ignorar impactos, é criar condições para mudar.
Sobre Mariana
Olá, eu sou Mariana Favoreto, psicóloga CRP 16/1855.
Há mais de 15 anos me dedico à Psicologia, com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental, formação em Terapia Comportamental Dialética e formação em Terapia Cognitiva Sexual.
Meu trabalho é oferecer um espaço em que assuntos íntimos sejam tratados com seriedade, respeito e naturalidade, sem respostas prontas nem julgamentos.
O processo considera a pessoa por inteiro e é construído em conjunto, respeitando seus limites e o que faz sentido para a sua vida.
Clique no botão e envie uma mensagem pelo WhatsApp informando que deseja iniciar um acompanhamento psicológico.
Eu apresento os horários disponíveis, o investimento, o funcionamento das sessões e os próximos passos.
As sessões são realizadas online pelo Google Meet, em ambiente reservado e confidencial.
A mensagem automática não descreve sua demanda. Você decide o que deseja compartilhar e em qual momento.
O atendimento é destinado a adultos maiores de 18 anos que estejam vivenciando dúvidas, dificuldades, insatisfação ou sofrimento relacionados à sexualidade. A adequação da demanda ao acompanhamento é avaliada individualmente.
Não. O contato pelo WhatsApp serve inicialmente para apresentar horários, investimento e funcionamento. Você não precisa descrever sua demanda por mensagem e poderá compartilhar aquilo que considerar necessário no momento adequado.
O serviço apresentado nesta página é o atendimento psicológico individual de adultos. Questões que envolvam relacionamentos podem ser trabalhadas a partir da experiência da pessoa atendida.
Algumas dificuldades podem envolver fatores psicológicos, biológicos, relacionais, contextuais ou medicamentosos. A necessidade de avaliação médica ou acompanhamento de outro profissional é considerada individualmente e, quando indicada, será conversada durante o processo.
Falar sobre sexualidade pode parecer difícil. Você pode começar em um espaço profissional, confidencial e sem julgamentos, no seu ritmo.
Fale comigo, verifique os horários e organize o início do acompanhamento.
Quero iniciar meu acompanhamentoAtendimento online · Adultos · Particular · CRP 16/1855